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Nunca mudam…

“Não é porque reclamo sua presença que estou brigando, mas sim porque te quero.”

Desde a última vez em que estive aqui, muitas coisas aconteceram – muitas boas, outras nem tanto – mas isso não nos impediu de seguir em frente e continuar trilhando nosso caminho. Que aliás, agora conta com um ano a mais na bagagem. “Contratos” foram renovados, lembranças e revelações vieram à tona, mas confesso que a mais importante delas parece não ter tido muita força. Não que a gente simplesmente não se importe com o fato – pelo menos da minha parte – mas sim que infelizmente não há muito para ser feito.

Há uma “pseudo regra” no universo dos relacionamentos que diz que não devemos “mimar” demais a pessoa amada, pois isso fará com que ela sinta-se tão importante a ponto de te decepcionar. Sinceramente, isso é meio contraditório, né? Se eu demonstro a alguém o quanto ela significa muito para mim, ela só irá me decepcionar caso esse sentimento que nos une seja uma farsa, o que acredito não ser nosso caso, né?

Pois bem, sei que já disse isso inúmeras vezes, mas irei repetir novamente: você me faz muita falta, e quanto mais tempo eu passo ao seu lado, mais eu quero passar. Não importa se estamos trabalhando ou nos divertindo, se estamos de cara fechada ou tristes por algum motivo, simplesmente não importa o que nos une, o que importa é estar perto de você. Mas sei que essa minha vontade, no momento, só é mesmo possível naqueles sonhos secretos, onde uma realidade totalmente alternativa acontece – mas que ainda assim me agrada muito. Cada dia longe de você, faz meu coração sentir um aperto tão grande que às vezes preciso procurar o “improcurável” para tentar pensar em outra coisa que não seja em nós dois perto um do outro.

Rs, acho – mentira, sei que sim – que estou carente. Não, não queria ter você só em pensamento, ou virtualmente, ou por voz a cada noite. Queria ter você fisicamente, poder te ver sorrindo e não só ouvir suas gargalhadas que às vezes luto muito para substituírem suas palavras monossilábicas de cansaço. Poder te dar um beijo e não só mandar um beijo. Poder te abraçar e não só sonhar. Poder…

… quem sabe um dia te roubar e não ter mais que sentir saudade. Quando a maior distância entre a gente será só uma mão que puxa ou vai até o outro para tocá-lo e mais uma vez o ter junto a si.

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